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por Demosuco
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AVC: como acontece

Um AVC acontece quando há uma interrupção na oxigenação cerebral ou mesmo quando ocorre um rompimento repentino em um vaso ou artéria, causando uma hemorragia.

Esse problema é muito mais comum em pessoas a partir dos 50 anos de idade e é uma das maiores causas de morte no Brasil e no mundo.

Ele acontece de forma repentina, com sintomas que surgem de uma hora para outra e são bem destacados, o que faz com que sua detecção seja mais rápida e facilitada.

No entanto, o socorro precisa ser rápido e é necessário levar a pessoa para o atendimento médico o mais rápido possível a fim de evitar maiores complicações.

Um AVC acontece quase que sempre de forma muito súbita, fazendo a pessoa até mesmo ter crises convulsivas em alguns casos.

Vamos então agora conhecer um pouco mais a respeito do AVC, quais os principais tipos, sintomas e como identificar o problema de forma mais fácil.

Quais são os tipos de AVC?

Existem dois tipos de AVC que podem acometer as pessoas e trazer sequelas sérias, sejam permanentes ou transitórias, além de levar a óbito. São o AVC hemorrágico e o isquêmico.

Cada um deles tem as suas peculiaridades, no entanto, de toda forma degeneram rapidamente o tecido cerebral, fazendo assim com que a pessoa passe por problemas sérios quando não recebe socorro imediato.

Vamos agora conhecer os dois tipos de AVC e identificar as principais diferenças entre eles.

AVC Isquêmico

No AVC isquêmico o que ocorre é um bloqueio no fluxo sanguíneo da pessoa afetada, na região do cérebro.

Essa interrupção pode ter causas diferentes, seja por formação de coágulo, ou por placas de gordura e colesterol que se depositam na parede das artérias.

Esse bloqueio total ou parcial no fluxo normal de sangue impede com que o tecido cerebral receba a correta irrigação e oxigenação, o que acaba trazendo danos graves para a área afetada.

Caso o socorro não seja rápido, a pessoa pode ter sequelas permanentes e graves ou até mesmo vir a óbito.

AVC hemorrágico

No caso de um AVC hemorrágico, o que ocorre é uma ruptura de uma veia ou artéria dentro ou na superfície do cérebro, o que provoca então uma hemorragia no órgão, prejudicando sua irrigação e oxigenação.

Isso também causa danos graves – vale dizer que o AVC hemorrágico é o mais perigoso – e destrói células cerebrais em pouco tempo.

O socorro aqui é crucial para a vida da pessoa e é necessário buscar ajuda médica imediatamente, já que o nível das sequelas pode ser maior ou menor a depender da rapidez no atendimento.

O AVC hemorrágico é menos comum do que o isquêmico, no entanto, trata-se de uma versão muito mais perigosa e mortal.

Quando um AVC pode levar à morte?

O AVC pode levar à morte quando degenera parte significativa do cérebro, causando assim a morte de extensa parte do tecido.

Quando a pessoa não recebe o atendimento quando necessário, os danos podem ser irreversíveis e a pessoa pode falecer.

Um AVC, principalmente na versão hemorrágica, é uma emergência médica muito séria e a pessoa necessita de atendimento imediato para tentar controlar a pressão e outros aspectos imediatamente.

Tanto o AVC isquêmico quanto o hemorrágico podem levar à óbito, no entanto, isso é mais comum de ocorrer na versão hemorrágica do problema.

Por que uma pessoa tem AVC e quais os sintomas?

A pessoa pode ter AVC por diversos motivos, dentre eles os seguintes:

  • Excesso de colesterol no sangue;
  • Sedentarismo;
  • Fumo;
  • Endurecimento da parede das artérias;
  • Obesidade.

Diversas coisas podem causar um AVC, inclusive fatores genéticos, no entanto, saiba que isso é mais raro e na maioria das vezes esse problema acontece justamente por motivos ligados a um estilo de vida nada saudável.

Na maioria dos casos, um AVC pode sim ser evitado desde que a pessoa tenha uma vida mais regrada e uma alimentação saudável e atrelada a atividades físicas de forma regular.

Os principais sintomas de um AVC são os seguintes:

  • Fraqueza repentina em um lado do corpo;
  • Alterações na face;
  • Dor de cabeça repentina e muito forte nos casos hemorrágicos;
  • Tontura;
  • Perda dos sentidos;
  • Dormência em partes do corpo;
  • Alterações na visão.

Os sintomas antes do AVC são cruciais para identificar o problema a tempo e chamar o socorro médico para a pessoa afetada.

Sendo assim, não hesite em ligar para o SAMU ou mesmo levar a pessoa ao hospital imediatamente. É muito importante que se fique atento a todos os sintomas e que não se espere a pessoa melhorar sozinha.

Para evitar as sequelas, o AVC precisa receber tratamento de forma rápida e com isso garantir melhores chances.

Como saber se a pessoa está tendo um derrame?

Para saber se a pessoa está tendo um derrame, é muito importante observar os sintomas. Em geral, quando ocorre a ruptura do vaso a pessoa sente uma dor de cabeça muito forte e que começa do nada.

Além desse sintoma, outros também surgem:

  • Alterações na fala;
  • Perda da visão;
  • Fraqueza em um dos lados do corpo;
  • Perda dos sentidos;
  • Formigamento.

Observando esses sintomas é possível identificar o derrame, ou o AVC hemorrágico e correr para o hospital mais próximo com a pessoa doente.

Não espere a melhora da pessoa, já que isso pode apenas agravar ainda mais o seu caso. Busque ajuda médica imediatamente.

Quem teve AVC pode voltar ao normal?

Sim, a pessoa que teve AVC pode sim voltar ao normal desde que o socorro seja rápido e que a área afetada do cérebro não seja tão grande.

Portanto, tudo depende da gravidade do AVC, da rapidez no socorro e da efetividade do tratamento ao qual a pessoa foi submetida.

Após o AVC, que pode ou não deixar sequelas, a pessoa pode fazer tratamentos com medicação, fisioterapia e outros.

Que sequelas um AVC pode deixar?

Um AVC pode vir a deixar diversas sequelas, algumas delas transitórias e outras permanentes, que afetam sua vida de forma negativa. Algumas das sequelas possíveis são as seguintes:

  • Perda dos movimentos de membros do corpo;
  • Alterações na fala;
  • Perda de mobilidade;
  • Incontinência urinária;
  • Problemas cognitivos.

São diversas as sequelas possíveis, algumas reversíveis e outras não. De todo modo, é muito importante que se busque sempre a orientação médica sobre como proceder e tratar o doente.