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Quem tem artrite reumatoide pode doar sangue?

A pessoa que possui doença reumática que afeta o sistema imunológico, como é o caso da artrite reumatoide, não tem a liberação para doar sangue. Sendo assim, quem sofre com esse problema está inapto para a doação de forma definitiva, tanto pela doença quanto pelos medicamentos que toma.

Além da artrite reumatoide, outras doenças impedem a doação de sangue, como por exemplo o lúpus, que também é uma doença autoimune.

Vale lembrar que esse impedimento ocorre, pois, a artrite reumatoide prejudica a ação do sistema de imunização do corpo, trazendo alterações sérias no organismo. Já aquelas pessoas que sofrem com problemas que não alteram o sistema imune podem doar normalmente.

As pessoas que sofrem com as doenças abaixo podem doar sangue:

  • Artrite;
  • Artrose;
  • Osteoporose;
  • Tendinite.

Vamos então entender um pouco mais sobre a artrite reumatoide, suas causas, algumas informações a respeito da doença e possibilidade de doação de medula.

O que é artrite reumatoide?

A artrite reumatoide é uma doença autoimune, ou seja, onde o próprio sistema imunológico do corpo atua contra o organismo.

As pessoas que sofrem com essa doença têm suas articulações destruídas de forma degenerativa pelo organismo e sua causa ainda não é bem definida pela ciência.

É preciso fazer um acompanhamento médico da doença, já que a degeneração das articulações pode avançar também para outros órgãos e para os ossos, causando a destruição destes.

Qual o tipo de artrite mais grave?

O tipo de artrite mais grave até o momento é a artrite reumatoide, justamente por ser uma versão agressiva da doença.

Ao contrário da artrite comum, nesse tipo do problema ocorre um defeito no sistema imunológico da pessoa afetada, que acaba por fazer com que os anticorpos ataquem o tecido das articulações.

Isso provoca a degeneração dessas articulações afetadas, além da possibilidade de atingir até mesmo os ossos e outras áreas do corpo.

Quem sofre com a doença precisa de acompanhamento e deve tomar medicações específicas além de ter alguns hábitos modificados de alimentação para reduzir os reflexos do problema no organismo.

Além disso, fazer um programa de exercícios ou mesmo de fisioterapia com a recomendação médica pode ajudar muito a conviver com o problema de forma mais confortável.

Quem tem artrite reumatoide tem imunidade baixa?

A pessoa que sofre com artrite reumatoide tem sim a imunidade mais baixa, portanto, é suscetível a ter outros tipos de problemas além da degeneração óssea e articular.

Muitas pessoas desenvolvem mais facilmente quadros de pneumonia e até mesmo problemas cardíacos graves.

Os medicamentos utilizados também propiciam muito a diabetes, o que acaba também aumentando os riscos em relação à artrite reumatoide.

A doença costuma afetar além disso, o sistema respiratório, tornando mais comuns os casos de câncer pulmonar.

Por esses e outros motivos, é de extrema importância que se faça todo um acompanhamento, a fim de conviver melhor com o problema e controlar o surgimento de novas complicações referentes à artrite reumatoide.

Quem tem artrite reumatoide pode ser doador de medula óssea?

Assim como a artrite reumatoide impede a doação de sangue, também não permite a doação de medula óssea pela pessoa doente.

Isso se justifica simplesmente pelo mesmo fator, já que a artrite reumatoide é uma doença autoimune, ou seja, ela faz com que o próprio corpo atue contra si mesmo.

Doenças que tem essa característica, como por exemplo a esclerose múltipla, fibromialgia e claro, a artrite reumatoide, impedem o portador de fazer a doação de medula.

Qual a expectativa de vida de pacientes com artrite reumatoide?

Nos últimos anos a expectativa de vida de uma pessoa com artrite reumatoide tem subido muito, graças as novas formas de tratar e controlar o avanço da doença. Atualmente, a expectativa é de 70 a 80 anos.

Por conta dos avanços na ciência e na forma de tratar essa doença a expectativa de vida é então muito maior.

Os tratamentos buscam dar mais conforto ao paciente, controlando o avanço da doença para outros órgãos e partes do corpo, maximizando a qualidade de vida da pessoa.

Além disso, quando combinado com uma mudança nos hábitos de vida e boa alimentação, o tratamento surte mais efeitos positivos, fazendo assim com que a pessoa possa usufruir de uma vida mais plena e sem grandes problemas.

De todo modo, é importante lembrar que cada caso é único e muito depende de como o organismo de cada pessoa reage aos tratamentos e remédios necessários para a recuperação.

Fazer consultas médicas regulares e seguir sempre à risca tudo o que o médico pedir pode fazer total diferença para a manutenção de uma boa convivência com a doença.